Depredando o muro das lamentações

Eu vim pra falar dos sem coragem e de como eles conseguem se quebrar sozinhos. Não dos que lutam e essas coisas, mas dos que não conseguem se relacionar com gurias sabe-se lá por qual raio de motivo. O principal que eu quero focar é no quão cego pode ser um cara a ponto de todo mundo ao redor dele saber que tal coisa não vai dar certo e ele insistir batendo na mesma tecla. Ou quase isso. Continue lendo

Coloque o pau pra fora

Abordo um tema complicado, não por ser difícil de falar – não é – mas por ser algo que é frequentemente visto com certo desprezo por parte de amigos e conhecidos. O fato é o famoso doutor terror do sexo masculino: o urologista. Sim, um cara que ganha a vida analisando o teu pau, o meu pau, os nossos paus. E ele não existe simplesmente por existir, assim como o ginecologista também não recebe só pra ver umas PERSEGUIDAS. Deveríamos levar mais a sério esse cara que pode te ajudar nas mais diversas questões, nem que seja só pra dizer “ta tudo ok, pode usar o bicho sem te preocupar”.  Continue lendo

Difícil MESMO…

Tentar se encontrar é difícil. Doloroso. Descobrimos coisas que não gostaríamos de ter descoberto.  E não descobrimos algumas coisas que queríamos.

Muito mais fácil é encontrar os outros. Somos capazes de analisar, identificar e descrever cada pequena dor escondida por detrás das máscaras sociais alheias. ‘’Aquele senhor tem problemas sérios em demonstrar suas dores’’; ’’Aquele professor sente inveja do outro’’; ‘’Meu amigo é rancoroso’’; ‘’Meu colega tem problemas sérios com os pais’’. Somos MESTRES em entender e diagnosticar os problemas alheios. PERITOS em apontar soluções para estes. Continue lendo

Psicologicamente administrativo

Eu não sei por que eu faço Administração. Ok, na realidade é claro que eu sei os motivos e simplesmente não quero falar sobre isso. O grande problema é que o ditado “Administração é faculdade de quem não sabe o que quer” às vezes é muito real. Não no meu caso, adianto, mas aplica-se a boa parte do pessoal que eu já estudei junto. E é esse o ponto que me fez mudar algumas opiniões.  Continue lendo